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SRB fala de juventude e capacitação no 4º Congresso das Mulheres do Agro

Presidente Marcelo Vieira e diretora de Pecuária Teresa Vendramini participaram de painéis no evento realizado nesta quarta-feira

 

A Sociedade Rural Brasileira (SRB) esteve presente no 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, evento que reuniu mulheres de 23 estados em São Paulo. Nesta quarta-feira, 09 de outubro, o presidente da entidade, Marcelo Vieira, e a diretora do departamento de Pecuária, Teresa Cristina Vendramini, participaram de painéis e falaram sobre o papel feminino para o avanço do setor em termos de tecnologia, gestão, negócios e sustentabilidade.

Em debate organizado pelo YAMI (Youth Agribusiness Movement International), Teresa destacou papel da juventude no desenvolvimento econômico e sustentável do agronegócio. Assídua em encontros com produtores rurais e universitários por todo Brasil, a diretora falou de um novo perfil de jovem, de origem urbana e sem vínculo familiar com o setor. Segundo Teresa, caberá à essa nova geração de produtores a missão de capitanear a evolução de um agro que evolui em vários aspectos, mas que ainda tem muito a crescer. “Quando me perguntam se há espaço, respondo que sobram oportunidades”.

Teresa Cristina Vendramini aproveitou ainda para falar de discussões e projetos em andamento no departamento de Pecuária da SRB, como as questões envolvendo o embarque de gado vivo, o plano de erradicação de febre aftosa e o índice CEPEA/B3.


#MinhaVozNoAgro

No palco principal do Congresso, o presidente Marcelo Vieira participou do #MinhaVozNoAgro. Na atração, apresentada por José Luiz Tejon, 15 mulheres se reuniram para narrar suas experiências no agronegócio, contando cases de sucesso e histórias de superação. Cada uma delas recebia um feedback de um dos convidados, entre eles o ex-presidente da SRB Roberto Rodrigues.

Em seus depoimentos, Vieira citou que as oportunidades para as mulheres no setor estão condicionadas à capacitação e às condições técnicas oferecidas a elas para dar maior valor agregado à produção. O dirigente falou ainda da importância da sucessão e de uma boa governança para o sucesso da propriedade. “Antigamente o controle da fazenda ficava para o filho que não ia para a cidade, hoje está sendo deixado para o mais preparado e capacitado”, disse o presidente. “É assim que transformaremos o agronegócio em um vetor de transformação social”.

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